25.6.08
Melhorias na Régis
Cortando o Brasil em sentido longitudinal, de Fortaleza, no Ceará, a Jaguarão, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, a BR 116, em cujo traçado se compreende a ligação do Rio de Janeiro a São Paulo (Rodovia Presidente Dutra) é uma das maiores estradas do Brasil, com muitos nomes e não menor número de problemas. Destes, alguns dos mais sérios se concentram no movimentadíssimo trecho de São Paulo a Curitiba e, mais exatamente, em seu trecho paulista. Ao rodar através dela em municípios como Barra do Turvo, Jacupiranga e Miracatu, o motorista sabe que, a cada metro rodado, coloca em risco veículo, cargas, passageiros e a própria vida. Em razão da alta periculosidade daqueles segmentos, a homenagem que se pretendeu prestar a um antigo diretor do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), batizando-a de Régis Bittencourt, teve um efeito contraproducente: associou o nome de um líder da engenharia rodoviária no país a um rosário de acidentes trágicos.
O governo colocou-a sob gerenciamento privado. Mas é evidente que, em especial na parte que corta o sul da Região de Sorocaba e o Vale do Ribeira, não é possível esperar os cinco anos de gerenciamento pela iniciativa privada para que as melhorias apareçam. Há que se acertar com o grupo OHL, que hoje a gerencia, uma intervenção profunda e imediata no leito e no traçado da Régis, naqueles municípios, que faça cair verticalmente o número de acidentes ali registrados.
criado por deputadopannunzio
10:00 — Arquivado em: 

Comentário por ricardo viggiani — 29.6.08 @ 20:50
Olá
Dep. Carlos
E ai vamos ser prefeito de Sorocaba novamente, e ou vamos deixar para Crespo.
E o Theodoro o que vai fazer,
Brincadeiras a parte, necessito uma proza, contigo liga pra mim no IMB - e fala com Paulo Silas e ou comigo, estamos precisando de uma ponte com o pessoal da TECSYS lá de Sorocaba.
11-3721-2132